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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

The Girl With Dragon Tatto 2011


Por Pachá
A versão de Finche para o livro de Stieg Larsson não difere muito da versão sueca de 2009 dirigido por Niels Arden Oplev, pelo menos não na estrura narrativa. O jornalista investigativo, Mikael Blomkvist (Daniel Graig) é contratado por rico empresário sueco Henrik Vanger (Christopher Plummer) para investigar um crime ocorrido 40 anos atrás. Para auxilia-lo Vanger contrata Lisbeth (Rooney Mara) a tal garota com tatuagem de dragão, tatuagem esta que fiquei procurando no corpo de Lisbeth e confesso meu desapontamento, o rabisco é discreto se levarmos em consideração visual da personagem. Lisbeth é uma espécie de cyberpunk bem ao estilo William Gibson, que trabalha pra agencia de investigação. Hacker habilidosa Lisbeth coleta informações dos investigados clonando suas caixas de e-mails.

As diferenças em relação a versão de 2009 consiste em fotografia mais trabalhada, cenários mais ricos e maior foco na investigação. O bem da verdade, minha percepção, a determinada altura da trama a quantidade de personagens lembra a de um romance russo, confesso que fiquei confuso, mais atribui essa confusão ao fato de já ter assistido versão anterior, na qual roteiro possui estrutura mais plana. Para quem não conhece a versão sueca não há risco de se decepcionar com a versão de Finche, diretor competente no que se propõe a fazer ao contrário de muitos dos seus colegas que na maioria das vezes destrói versões européias de filmes de ação quando levadas para Hollywood.

O filme de Fiche é, sobretudo honesto e foi com essa expectativa que decidi assistir a sua versão, afinal jamais vou ignorar o cara que filmou Alien o Resgate.

Clipe do cover immigrant song. No cinema é mais fodão!



Agora algo que já vale o ingresso, é a entrada do filme que conta com uma versão de Immigrant song do Zeppelin na voz de Karen O do Yeah Yeah e arranjos do multiversátil Trent Reznor. No quesito sensualidade gótica cyberpunk, fico com tatuada do primeiro filme Naomi Rapece.




segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

A Rede Social 2010

 Por Pachá
O queridinho da vez de Hollywood David Fincher, que tem no currículo Clube da Luta, Seven e Benjamin Button conta agora os bastidores da criação do faceBook. 


No elenco Jesse Eisenberg no papel do nerd mala, mau amado Mark Zuckemberg. Há um certo mérito no desenrolar da história que é contado em flashbacks, urgh! os recursos utilizados, dialogos rápidos, personagens sem muita profundidade, acaba criando uma dinâmica atraente ao filme e disfarça o fato  de ser uma picuinha de tribunal envolvendo alguns milhões de dólares, assunto que o americanos apreciam, particularmente não me agrada esse tipo de filme, digo de tribunal, e só resolvi assisti-lo devido as  resenhas de Álvaro Pereira Jr. colunista da Folha Teen do Jornal Folha de São  Paulo. Mas Fincher consegue criar uma atmosfera apreensiva que fica ainda mais ressaltada com a trilha sonora de Trent Renzor. 


Em minha opinião o que realmente faz a diferença é a encarnação de Eisenberg, gosto desse ator desde o filme a Lula e Baleia de Noah Baumbach, que consegue ser ao mesmo tempo um extraordinário babaca e um empreendedor arrojado. O elenco também conta com outros nomes como; Andrew Garfield que fez o último de Terry Gillaim, Dr. Parnassus, o mala Justin Timberlake No mais o filme vale o ingresso seja para sorver duas horas de ar condicionado (no Rj está fazendo um calor dos diabos), e por conferir o que o diretor de Alien 3 está fazendo.